Gonçalo de Oliveira

Ator, repórter e apresentador

Adora contar histórias e vestir personagens. Neste momento, completa a equipa de produção de conteúdos do programa “Domingão”, na SIC. Antes, conduzia uma série de reportagens, a par da produção de conteúdos, de “Olhó Baião” ao mesmo tempo que se assumia como repórter de “Olha por Mim”, também na SIC, (2019/2020).

Começou por licenciar-se em Marketing, Publicidade e Relações Públicas pelo ISLA, em Lisboa. Estreia-se logo de seguida em televisão como repórter do programa “Cá Estamos”, na TV Globo Portugal (2009/2014). Em simultâneo, escreve o seu primeiro guião para o programa “Optimus Verão”, na SIC, em 2010, e um ano depois, assina uma série de reportagens para o “Magazine de futebol”, na Al kass (2011).

Entretanto, a paixão pela representação leva-o a subir ao palco com uma série de participações em diferentes peças de teatro e decide apostar também em formação nesta área. A ficção em televisão e no cinema chega mais tarde, depois de concluir o curso de Expressão Dramática com Bruno Schiappa, no Chapitô (2013/2014), seguido de dois workshops “Sobre o Método” (2014 e 2015) com Marcia Haufrecht e do curso de representação com João Mota, no Comuna Teatro de Pesquisa (2015).

Em 2020 participa na série “Conta-me Como Foi”, da RTP, somando ainda outras participações em telenovelas como “Na Corda Bamba” (2019 – TVI), “Vidas Opostas” e “Alma e Coração” (2018 – SIC), “Jogo Duplo” (2018 – TVI) e “Rainha das Flores” (2016 – SIC). Pelo meio, entra ainda nas séries “Circo Paraíso” (2018 – RTP) e “Madre Paula” (2017 – RTP).

A estreia em cinema chega em 2015 com a longa-metragem “A Farsa de Inês Pereira” realizada por Pedro Costa. Seguem-se as curtas-metragens “Sentimento de um Ocidental”, “A Vida Mágica da Sementinha”, “Frei Luís de Sousa” e “Os Maias”, com realização de Jaime Adão em 2016. Um ano depois participa em “O Ano da Morte de Ricardo Reis” de Vasco Silva (2017).